Goiabas!

Inesquecíveis as guerras de goiaba podre na fazenda do Flavito. Infância. A gente catava no chão o máximo que encontrasse e cada um levava a munição pra sua trincheira. Depois era mirar na cara do outro pra fazer explodir a polpa vermelha na fuça do “inimigo”!

Agora aqui em casa chove goiaba. Fiz trocentos potes de doce, adubei as árvores, acabei no tiro ao alvo na trave de futebol. Aí lembrei que tinha uma silhueta da madeira que coletei na marcenaria numa das buscas de peças para o Kablan.

Não tive dúvida: preguei o boneco em um mourão e sentei goiaba nele, me diverti sozinho, tentando acertar na cara com toda a força! Sem vontade de agredir ninguém, só pensando no chefe que eu não tenho…

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